Textor e seu descontentamento com a SAF do Botafogo
John Textor, empresário americano que adquiriu a Sociedade Anônima do Futebol (SAF) do Botafogo em 2022, expressou sua indignação em relação ao aumento de capital social do clube, aprovado em Assembleia Geral Extraordinária no dia 24 de setembro de 2026.
As mudanças propostas por essa assembleia têm como objetivo elevar a participação acionária de investidores externos, como a Eagle, empresa ligada a Textor, o que pode comprometer seu controle sobre o Botafogo. O empresário alegou que isso seria um ‘roubo’ e afirmou que tais mudanças ‘nunca vão acontecer’.
Aumento de Capital e suas Implicações
O aumento de capital social tem o intuito de fortalecer financeiramente o Botafogo, permitindo à diretoria reduzir a participação da Eagle. Essa medida é vista como fundamental para finalizar um acordo com a GDA Luma, que pode trazer novos investidores e reforçar a saúde financeira do clube.
Contudo, Textor adverte que essa estratégia pode desviar o clube de sua trajetória original, o que gerou discussões acaloradas entre os conselheiros e acionistas.
Desvantagens e Lesões no Elenco Alvinegro
Enquanto as disputas administrativas fervem, o Botafogo também enfrenta desafios dentro de campo. O jogador Matheus Martins, que foi tratado por um incômodo no músculo posterior da coxa, está finalmente de volta aos treinos. No entanto, uma lesão recente do volante Edenilson, que ocorreu durante a derrota para o Mirassol, o deixará fora de combate nas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro.
Controvérsias e Futuros Jogadores no Botafogo
Além disso, o clima de rivalidade se intensificou após o CEO do Grêmio ser suspenso por chamar o Botafogo de ‘time de picaretas’, após um gol anulado em uma partida acirrada que terminou em 3 a 2 para o Glorioso. Enquanto a situação administrativa do clube gera incertezas, o Instituto Montoro classificou o jovem jogador do Botafogo, de 19 anos, como o mais valioso da América do Sul, avaliando-o em impressionantes R$ 220 milhões, com contrato até 2030.
O clube agora planeja uma reducción no número de jogadores estrangeiros, buscando assim mais espaço para as promessas da base e, ao mesmo tempo, lidar com um mercado inflacionado para contratações girando em torno de jogadores brasileiros.





