O holandês Xavi Simons viralizou nas redes sociais ao aparecer com uma camisa do Flamengo de 1993. O jogador do Tottenham comprou a peça em uma loja especializada, a 'Classic Football Shirts', em Londres, mas que também tem filiais em outras regiões do Reino Unido, Irlanda e Estados Unidos.
A camisa do Flamengo comprada tem o número 7, que era utilizado por Renato Gaúcho à época. Além disso, chama a atenção o patrocínio icônico da Petrobras, com a marca Lubrax no espaço máster e a gola polo.
No ano passado, Xavi Simons esteve no Brasil para uma excursão de seu ex-clube, o RB Leipzig, em maio. Antes de enfrentar o Santos, o meia-atacante chegou a citar o Rubro-Negro em uma entrevista.
“Joguei com Savinho, ele jogou no Atlético-MG. Conheço muitos clubes daqui, Palmeiras, Botafogo, Flamengo… No final, vemos eles sorrindo no campo”, afirmou Simons à época.
O jogador se recupera de uma ruptura no ligamento cruzado anterior no joelho direito, que o fez ficar fora da Copa do Mundo. E aproveitou o período livre para ir às compras na loja especializada em venda de camisas antigas de futebol. No site da empresa, inclusive, há muitas outras peças do futebol brasileiro.
A camisa do Flamengo mais cara à venda é a de 1980, pelo valor de 419,99 dólares (cerca de R$ 2.187). Há também outras das décadas de 80 e 90, assim como mais recentes.
Torcida do Flamengo enche redes sociais de Xavi Simons
As imagens do jogador segurando o uniforme rubro-negro desencadearam uma enxurrada de mensagens de torcedores do clube a ele. Além de corações nas cores vermelho e preto, alguns foram além e o chamaram para jogar pelo Flamengo, entre outros comentários.
Essa possibilidade, entretanto, é muito difícil. Afinal, Xavi Simons custou ao Tottenham cerca de 60 milhões de euros fixos (R$ 378,7 milhões) para tirá-lo do RB Leipzig, no meio de 2025. Ele tem contrato por mais quatro temporadas.
Além disso, a diretoria rubro-negra prevê uma redução significativa no poder de investimento para as próxima temporada, em caso de manutenção do fim das bets no Brasil. O diretor de futebol, José Boto, inclusive afirmou que a chance é grande de venda de jogadores para arrecadar dinheiro e poder cumprir com pagamentos de parcelas a vencer de outros clubes por reforços.





