Política

A ala lulista do MDB que sai derrotada das urnas e pede por neutralidade no 2º turno

Após nomes como o senador Renan Calheiros e o ex-ministro Renan Filho saírem derrotados das urnas, a chamada ala lulista do MDB saiu enfraquecida dentro do partido depois do primeiro turno. No Pará, Helder Barbalho se elegeu senador, mas não conseguiu ajudar sua sucessora ao governo do Estado.

O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, que integra o lado mais bolsonarista do partido, defende o apoio a Flavio Bolsonaro no segundo turno e tem insistido para que o presidente da legenda, Baleia Rossi, anuncie que a sigla defina essa posição na disputa presidencial.

O deputado, no entanto, resiste e diz que ainda está ouvindo os diretórios. Nomes como o do ex-presidente Michel Temer e os candidatos derrotados Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) também já declararam apoio ao filho do ex-presidente.

Até agora, a federação formada por PP e União Brasil, além do Republicanos e Novo, já se posicionaram ao lado de Flávio. Podemos e PSDB ainda avaliam e tendem a fazer o mesmo movimento. O bloco vai ficando cada vez maior contra o presidente Lula, que terminou dois pontos percentuais atrás do senador.

Ricardo Motta

Ricardo Motta é jornalista e responsável editorial do Rio Hoje Notícias. Atua na cobertura de política, cidades, segurança pública, esportes e acontecimentos do estado do Rio de Janeiro. Contato editorial: contato@riohoje.com.br.
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