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O Mais Recente Apagão: Conflito e Redução da Conectividade
O Irã enfrenta um novo e severo apagão de internet desde o último sábado (28), que reduziu o nível de conectividade do país a menos de 1% do normal. Este bloqueio ocorre em um contexto de escalada, logo após uma ofensiva militar conduzida pelos Estados Unidos e Israel em território iraniano, acentuando as tensões regionais.
A drástica redução na conectividade afeta aproximadamente 90 milhões de pessoas, que agora enfrentam significativas dificuldades de comunicação, conforme destacou o NetBlocks, uma iniciativa global de monitoramento da internet. A gravidade da situação foi confirmada pelo embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, que relatou no mesmo sábado a interrupção da internet e os desafios enfrentados pela diplomacia para se comunicar com cidadãos brasileiros na região.
Segundo o NetBlocks, a medida de censura online limita a divulgação de incidentes internos e restringe a participação cívica em um momento crítico para o país, especialmente após o assassinato do aiatolá Khamenei em ataques aéreos. A organização ressalta que, enquanto a maioria das nações busca manter a conectividade em períodos de conflito internacional, o Irã tem optado por silenciar sua própria população de forma reiterada.
Este apagão segue um padrão já estabelecido pelo regime iraniano. O bloqueio anterior, implementado no início de janeiro, durou várias semanas e coincidiu com protestos anti-governamentais que tomaram as ruas do país. Naquela ocasião, os níveis de conectividade também caíram para cerca de 1% do padrão, afetando até mesmo o sinal da Starlink, que anteriormente demonstrava resiliência. O NetBlocks classifica essas interrupções como uma tática recorrente para mascarar graves violações de direitos humanos.
Histórico de Censura na Internet no Irã
A imposição de bloqueios de internet pelo regime iraniano possui um histórico documentado, servindo como ferramenta de controle em momentos de instabilidade interna. O primeiro grande apagão ocorreu em 2019, em resposta a protestos massivos desencadeados pelo aumento nos preços da gasolina. Posteriormente, em 2022, a internet foi novamente cortada em meio às manifestações que eclodiram após a morte de Mahsa Amini, detida por supostamente não usar o véu islâmico de forma adequada. A Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, tem sido intermitentemente afetada por esses bloqueios, levantando questões sobre a eficácia de tais tecnologias em cenários de censura estatal.
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Impacto na População e na Comunicação Internacional
O Irã enfrenta um novo e severo apagão de internet desde o último sábado (28), reduzindo a conectividade do país a menos de 1% do normal. Este bloqueio ocorre em um cenário de intensificação de conflitos, logo após uma ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o território iraniano.
A interrupção da conectividade tem um impacto direto e significativo na população. Estima-se que cerca de 90 milhões de pessoas estão com severas dificuldades de comunicação, conforme monitorado pela iniciativa NetBlocks. A medida não só impede a comunicação diária, mas também limita drasticamente a divulgação de incidentes no Irã e a participação cívica em um momento crítico, especialmente após ataques aéreos que resultaram na morte do aiatolá Khamenei. O embaixador do Brasil no Irã, André Veras Guimarães, confirmou as dificuldades de comunicação com os brasileiros na região.
O NetBlocks ressaltou que, enquanto a maioria dos países busca manter a conectividade em tempos de crise, o Irã tem optado por silenciar sua própria população. Esta não é uma ocorrência isolada; o regime iraniano possui um histórico de bloqueios de internet, sendo o mais recente no início de janeiro, que durou semanas em resposta a protestos e foi associado a graves violações de direitos humanos. Naquela ocasião, os níveis de conectividade também caíram drasticamente, afetando até mesmo o sinal da Starlink, que anteriormente conseguia operar em tais condições.
Histórico de Bloqueios de Internet no Irã
A tática de bloqueio da internet tem sido uma ferramenta recorrente do regime iraniano para controlar a informação e reprimir dissidentes. O primeiro bloqueio significativo foi registrado em 2019, em meio a protestos desencadeados por um aumento nos preços da gasolina. Posteriormente, em 2022, a internet foi novamente cortada durante as manifestações que eclodiram após a morte de Mahsa Amini, presa por supostamente não usar o véu islâmico adequadamente. Estes eventos demonstram um padrão de censura digital em momentos de instabilidade política e social no país.