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Montenegro faz balanço do Fluminense na Libertadores: ‘Altos e baixos’

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O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, foi sincero ao avaliar a campanha do time na Libertadores de 2026. Ele não gostou do desempenho na fase de grupos, quando houve sério risco de eliminação. Também elogiou a postura no mata-mata, mas admitiu que apenas na semifinal contra o Palmeiras o Tricolor jogou como se esperava.

A difícil Libertadores para o Fluminense em 2026

Em relação aos seis primeiros jogos no torneio continental, o dirigente não gostou de quase tudo. Afinal, o time não venceu nas quatro primeiras rodadas e só se classificou com dois triunfos no Maracanã, sobra Bolívar (Bolívia) e La Guaira (Venezuela), e graças a uma vitória do Independiente Rivadavia sobre os bolivianos, na última rodada.

"Acho que foi a Libertadores de altos e baixos, nossa campanha na primeira fase foi muito ruim. Nos anos em que a gente esteve na final, foi muito melhor na fase de grupos. Mas eu acho que isso mostrou a capacidade do grupo de superar a adversidade. Chegamos no último jogo tendo que depender de outro resultado, e isso foi muito ruim", avaliou Montenegro em entrevista à Flu TV.

Já nas oitavas de final, o Fluminense passou apenas nos pênaltis, após dois empates com o Independiente Rivadavia ( 0 a 0 no Rio e 1 a 1 na Argentina).

Entre a ida e a volta, o técnico Luís Zubeldía foi demitido e Marcão assumiu. E nas quartas, a vaga foi conquistada com uma vitória em casa por 2 a 0, mas atuação ruim fora, com derrota por 2 a 1 para o Platense.

Diante dos cenários de dificuldades nos dois confrontos, Montenegro viu um ponto importante para exaltar: "Nos dois confrontos de mata-mata, a gente mostrou que o grupo era capaz de superar as adversidades e, por isso, que a gente se classificou".

Elogio ao último confronto

Já na semifinal, o Fluminense foi melhor do que o Palmeiras na maior parte dos 180 minutos. O problema é que foi inoperante no Maracanã e perdeu por 2 a 1. Mesmo na desvantagem, o time conseguiu vencer fora de casa por 1 a 0, mas caiu nos pênaltis, por 5 a 3.

"Foi um jogo grande, a gente fez um jogo do Fluminense. O time se entregou. Eu acho que o resultado a gente não controla, só a vontade de vencer, e como se portar dentro de campo. E eu acho que foi isso que o grupo mostrou, que estava muito comprometido com a competição, que não ia ser fácil tirar a gente, como não foi", avaliou.

A promessa de Montenegro

Com a eliminação, o Fluminense perde a chance mais próxima que teve de conquistar o bicampeonato. Afinal, caiu nas quartas em 2024 e não disputou o torneio em 2025. Agora, disputa uma das vagas do Brasileirão para retornar em 2027.

O Tricolor está no G-5, mas com risco de sair nesta segunda-feira (26), caso o Atlético-MG vença o Flamengo no Rio. Ainda assim, o presidente do Tricolor confia na classificação.

"O Fluminense é muito forte sempre e vamos estar na Libertadores 2027. A gente aprendeu aqui na gestão, em todos esses anos, que o mais importante é a consistência, é estar lá sempre. Temos 11 participações na Libertadores, cinco nos últimos anos, e o objetivo é estar lá sempre e vamos, se Deus quiser, muito em breve repetir 2023", completou.