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Lincoln Gakiya consideraria ministério da Segurança Pública

Lincoln Gakiya diz que aceitaria ser ministro da Segurança Pública de Lula, destacando sua experiência no combate ao crime organizado.

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Lincoln Gakiya aceita convite para ministério de segurança

O promotor de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Lincoln Gakiya, manifestou disposição em accepter um possível convite para compor o novo Ministério da Segurança Pública no futuro governo reeleito de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista à CNN Brasil, Gakiya afirmou: “Claro, se fosse convidado aceitaria, sim”. Apesar da declaração, é importante destacar que, até o momento, Gakiya não recebeu um convite formal para assumir a posição.

Gakiya é amplamente reconhecido no cenário nacional como um dos principais investigadores de facções criminosas, especialmente do Primeiro Comando da Capital (PCC), sendo considerado um inimigo e alvo de ameaças de morte por conta de seu trabalho.

Entre as últimas ações relevantes, foram prisões de suspeitos que supostamente planejavam sua morte, o que ressalta os riscos que enfrenta em sua função. Em outra frente, ele esteve no centro da investigação relacionada a um novo organograma do PCC, mostrando as estruturas e a dinâmica de atuação da facção.

Expectativas para o novo ministério

O nome de Lincoln Gakiya já tinha sido cogitado para liderar a pasta de Segurança Pública durante a campanha de Ronaldo Caiado (PSD), onde o ex-governador chegou a convidá-lo oficialmente em caso de sua vitória. Com o retorno de Lula ao poder, as expectativas em torno da reformulação do ministério ganham novos contornos.

Segundo informações, o governo atual projeta a possibilidade de recriar a pasta ainda em 2026, mas com o pleno funcionamento podendo ficar para 2027 em razão de questões orçamentárias.

Gakiya é um defensor fervoroso da integração das forças de segurança pública em níveis estadual e federal, visando intensificar o combate ao crime organizado. Ele é contrário à classificação de facções como PCC e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, argumentando que atuam mais como máfias tradicionais.

Além de sua atuação no Ministério Público, em 2025, Gakiya contribuiu para a criação do Projeto de Lei Antifacção, que se tornou a Lei Antifacção, sancionada em março último, visando fortalecer as ferramentas legais no combate às facções criminosas.

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