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Pentágono pede US$ 80 bilhões após guerra com o Irã, diz jornal

Pentágono solicita US$ 80 bilhões para cobrir despesas militares

O Pentágono revelou a necessidade de US$ 80 bilhões para cobrir os custos resultantes da guerra contra o Irã, conforme noticiado pelo Wall Street Journal. Este conflito, que teve início em fevereiro e se encerrou recentemente, deixou um rastro de destruição no território iraniano. A informação teria sido passada pelo vice-secretário de Defesa dos EUA, Stephen Feinberg, a parlamentares norte-americanos.

Comparação de Custos e Ordem de Prioridades

Notavelmente, o valor solicitado representa quase três vezes a estimativa inicial do Pentágono divulgada em maio, que era de US$ 29 bilhões. Este aumento significativo nas projeções gerou crescente preocupação entre os legisladores dos EUA, que pressionam o governo por um detalhamento mais preciso dos gastos militares envolvidos. A preocupação está também relacionada ao uso intenso de munições valiosas, cuja relevância é crítica para operações futuras dos EUA.

Consequências do Conflito e Chamada por Recursos Emergenciais

Em um comunicado recente, o Pentágono alertou que seus recursos poderiam se esgotar rapidamente, levando à possibilidade de que as Forças Armadas não tivessem a capacidade de realizar exercícios militares e priorizar outras operações essenciais. O alerta se intensifica ao se considerar as múltiplas implicações financeiras de conflitos em andamento, como as operações contra o tráfico de drogas no ocean Pacifico e a captura do ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.

Próximos Passos e Perspectivas de Aprovação

O Wall Street Journal ainda menciona que um pedido suplementar para recursos pode ser formalizado nas próximas semanas. O orçamento anual do Pentágono para 2026 já é de US$ 1 trilhão, e qualquer solicitação adicional deverá passar por aprovação do Escritório de Gestão e Orçamento (OMB) antes de ser submetida ao Congresso.

Em conversas recentes com parlamentares, Feinberg se mostrou otimista em relação ao apoio necessário, enquanto o secretário de Defesa, Pete Hegseth, discute outros novos pedidos de financiamento. Contudo, reformas financeiras enfrentam resistência, com diversos congressistas expressando suas intenções de votar contra.

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