Celebrado hoje, dia 01 de outubro, o Dia Internacional do Café, é uma data para destacar a importância da cafeicultura, uma das atividades de destaque da agricultura fluminense e exerce papel importante na geração de emprego e renda. Presente em diferentes regiões, o café reúne milhares de produtores, movimenta a economia de municípios do interior e ganha espaço também no segmento de cafés especiais, que tem recebido investimentos em assistência técnica, qualidade e valorização da origem.

Segundo dados da Emater-Rio, o Rio de Janeiro conta com aproximadamente 3.061 cafeicultores, que cultivam 12.630,6 hectares de lavouras e produzem cerca de 420 mil sacas de café. A produção está concentrada principalmente na Região Noroeste Fluminense, que responde 89% da produção, entre os principais municípios produtores estão Varre-Sai, Porciúncula, Bom Jesus do Itabapoana. Varre-Sai e Porciúncula correpondem por aproximadamente 84% de toda a produção de café do Rio de Janeiro, reforçando a relevância do Noroeste para a atividade. A cafeicultura na região tem forte característica de base familiar, sendo desenvolvida, em grande parte, em pequenas propriedades rurais.

Varre-Sai, a Capital do Café
A cafeicultura fluminense, especialmente no Noroeste do Estado, é marcada pela participação de pequenos produtores e pela importância da agricultura familiar, que encontra na atividade uma fonte de geração de renda e permanência no campo.

Entre os municípios produtores, Varre-Sai ocupa posição de destaque, o município possui mais de 1.330 produtores. Só 2025, Varre-Sai colheu 11.020 toneladas de café, com faturamento bruto de aproximadamente R$ 326,3 milhões, consolidando a atividade como uma das principais forças da economia do município.





