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Julgamento do motorista de Porsche que causou morte continua hoje

O julgamento de Fernando Sastre Filho, motorista do Porsche que causou acidente fatal, continua hoje em São Paulo. Entenda os desdobramentos do caso.

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Acidente Fatal na Zona Leste de São Paulo

O julgamento de Fernando Sastre Filho, o motorista do Porsche azul envolvido em um trágico acidente que resultou na morte do motorista de aplicativo Ornaldo da Silva Viana, prossegue nesta quinta-feira, 29, no Fórum Criminal da Barra Funda, localizado na Zona Oeste da capital paulista.

Segundo informações do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o júri está atualmente ouvindo as testemunhas que podem esclarecer os fatos do processo, contribuindo para que os jurados tomem uma decisão mais informada.

O Acidente e suas Consequências

O acidente ocorreu na madrugada do dia 31 de março de 2024, durante o domingo de Páscoa, na Avenida Salim Farah Maluf, no bairro Tatuapé. Fernando Sastre, ao dirigir seu veículo a uma velocidade aproxima de 156 km/h, colidiu com a traseira do Renault Sandero, conduzido por Viana, cujo limite de velocidade na via é de 50 km/h. Desde maio de 2024, o empresário se encontra em prisão preventiva.

Sastre enfrenta acusações de homicídio qualificado por perigo comum e lesão corporal grave, tendo a segunda acusação sido direcionada aos ferimentos que seu amigo, Marcus Vinicius Machado, sofreu durante o acidente.

Pena Potencial e Defesa

Se condenado, Fernando Sastre pode enfrentar uma pena que, somada, ultrapassa 30 anos de prisão. A defesa do empresário manifestou a expectativa de um julgamento justo, pleiteando a desclassificação de sua conduta para uma modalidade culposa, caracterizada por imprudência.

Implicações para os Policiais Militares

Os policiais militares que liberaram Fernando Sastre após o acidente, sem a realização do teste de bafômetro, também se encontram em apuros legais. Daisy Aparecida Cardoso Romão e Thiago Silva Batista foram denunciados na Justiça Militar de São Paulo por violar leis e regulamentos.

Os desdobramentos do julgamento estão sendo acompanhados de perto, e a coluna de movimentações do processo indicou que Daisy teve um pedido para não comparecer negado, visto que sua presença se faz necessária para a formação da opinião dos jurados, dado seu contato direto com o acidente.

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