A Operação Lei Seca realizou 33 fiscalizações entre sexta-feira (2) e domingo (4) em diferentes municípios do estado do Rio de Janeiro. Ao todo, 2.207 condutores foram abordados, com 1.137 multas registradas e 249 casos de alcoolemia identificados. O número representa 11,28% dos motoristas abordados durante as ações.
Entre os 249 casos, um apresentou índice considerado criminal. Os outros 248 foram classificados como alcoolemia administrativa.
São Gonçalo registrou o maior percentual de alcoolemia entre os municípios destacados no balanço. Foram 40 casos entre 206 condutores abordados, resultando em um índice de 19,42%.
Em Duque de Caxias, foram identificados 17 casos entre 113 abordagens, com índice de 15,04%. Já em Itaguaí, 16 dos 116 motoristas abordados apresentaram alcoolemia, correspondendo a 13,79%.
No município do Rio de Janeiro, foram realizadas 24 fiscalizações. Ao todo, 1.685 condutores foram abordados e 172 casos de alcoolemia foram identificados, o equivalente a 10,21%. As ações na capital também resultaram em 829 multas.
Rio Bonito teve 52 abordagens e três casos de alcoolemia, com índice de 5,77%. Niterói e São João de Meriti também receberam operações durante o período.
Recusa ao teste foi a principal ocorrência
Dos 248 casos classificados como alcoolemia administrativa, um ocorreu após a detecção de álcool pelo etilômetro. Os outros 247 casos foram registrados por recusa ao teste.
A recusa e a constatação administrativa de alcoolemia estão sujeitas às penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro.
Entre as medidas estão multa de R$ 2.934,70, suspensão do direito de dirigir por 12 meses e recolhimento da Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
O veículo também fica retido até que seja apresentado outro condutor habilitado e em condições de dirigir.





