Camarote Interditado: Ponto Estratégico da Polícia Civil no Circuito Dodô
A Polícia Civil da Bahia utilizou um camarote interditado no Circuito Dodô, em Salvador, como ponto estratégico de observação durante a megaoperação "Falsas Promessas 3" no período do Carnaval. A ocupação do espaço, localizado na Avenida Oceânica, na Barra, foi autorizada judicialmente a partir de sábado (14).
O camarote, cujas atividades foram suspensas previamente no dia 11 de fevereiro, pertencia a um indivíduo investigado por lavagem de dinheiro e que foi preso em flagrante por posse de arma de fogo e munições de uso restrito. Segundo investigações do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), o local era empregado para a ocultação e dissimulação de recursos obtidos através da exploração ilegal de rifas online.
No contexto da operação "Falsas Promessas 3", que cumpriu mandados contra 13 investigados em diversas cidades, foram apreendidos bens de alto valor. No próprio camarote, a polícia encontrou R$ 130 mil em espécie, dez veículos de luxo – incluindo uma Lamborghini avaliada em R$ 2,5 milhões e duas SW4s blindadas – além de duas bicicletas elétricas, uma pistola, cerca de mil munições, cinco carregadores de fuzil, uma scooter subaquática, equipamentos de som, bebidas e caixas lacradas de iPhones e PlayStations. Adicionalmente, um avião avaliado em mais de R$ 10 milhões foi apreendido em um hangar.
A prisão em flagrante do proprietário do camarote foi convertida em prisão preventiva. O advogado do investigado também teve sua prisão convertida em preventiva, após tentativa de obstrução da investigação ao acessar remotamente um celular apreendido. A operação resultou no bloqueio de aproximadamente R$ 230 milhões em bens e valores, e as investigações seguem em andamento para desarticular a organização criminosa.
A Investigação por Trás do Camarote: Fraudes e Lavagem de Dinheiro
A Polícia Civil da Bahia utilizou um camarote interditado na Avenida Oceânica, Barra, como ponto estratégico de observação durante o Carnaval de Salvador. A medida, autorizada judicialmente no sábado (14), integrou a megaoperação anticrime "Falsas Promessas 3", visando fortalecer a segurança e a fiscalização no circuito da festa.
O espaço, anteriormente operando como um luxuoso camarote, foi suspenso e teve suas atividades encerradas na quarta-feira (11). Sua interdição está diretamente ligada a um indivíduo investigado por lavagem de dinheiro, que foi detido em flagrante pela posse de arma de fogo e munições de uso restrito.
Conforme apuração do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), o local servia para a ocultação e dissimulação de recursos oriundos da exploração ilegal de rifas realizadas pela internet. Esta revelação aprofunda o escopo da investigação sobre a origem ilícita dos bens.
A Investigação por Trás do Camarote: Fraudes e Lavagem de Dinheiro
A operação resultou na apreensão de um vasto arsenal de bens. No camarote, foram encontrados R$ 130 mil em espécie, dez veículos de luxo – incluindo uma Lamborghini avaliada em R$ 2,5 milhões e duas SW4 blindadas –, além de equipamentos como bicicletas elétricas, uma pistola, cerca de mil munições, cinco carregadores de fuzil, uma scooter subaquática e diversas caixas de uísque, iPhones e PlayStations lacrados.
Complementando as apreensões, um avião avaliado em mais de R$ 10 milhões foi confiscado em um hangar. A prisão em flagrante do proprietário do camarote foi convertida em preventiva, assim como a de seu advogado, após este tentar obstruir a investigação acessando remotamente um celular apreendido.
A operação "Falsas Promessas 3" cumpriu mandados contra 13 investigados em diversas cidades, incluindo Salvador, Feira de Santana, Camaçari (BA), São Bernardo do Campo e São Paulo (SP). Ao todo, aproximadamente R$ 230 milhões em bens e valores foram bloqueados, e as investigações permanecem em andamento para desvendar toda a rede criminosa.
Grandes Apreensões: De R$130 Mil a Avião de Luxo e Bens Bloqueados
A Polícia Civil da Bahia utilizou um camarote previamente interditado como ponto estratégico de observação e base operacional durante o Carnaval de Salvador. O espaço, localizado na Avenida Oceânica, na Barra, foi acessado mediante autorização judicial para apoiar a "Operação Falsas Promessas 3", uma megaoperação anticrime em curso.
A interdição do camarote ocorreu dias antes do Carnaval, após a prisão em flagrante de seu proprietário, investigado por lavagem de dinheiro e posse ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito. Segundo investigações do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), o local era empregado na ocultação e dissimulação de recursos provenientes da exploração ilegal de rifas online.
A utilização estratégica deste camarote exemplifica a adaptabilidade da Polícia Civil em operações de grande escala, transformando um ativo ilícito em ferramenta para o combate ao crime organizado e a repressão de ilícitos financeiros, mesmo em um dos maiores eventos do país.
Grandes Apreensões e Bloqueios Financeiros
Durante a "Operação Falsas Promessas 3", foram realizadas significativas apreensões, incluindo R$ 130 mil em espécie, dez veículos (entre eles uma Lamborghini avaliada em R$ 2,5 milhões e duas SW4 blindadas), duas bicicletas elétricas, uma pistola, cerca de mil munições, cinco carregadores de fuzil, uma scooter subaquática e diversos bens de luxo como caixas lacradas de iPhones e PlayStations, além de caixas de uísque e equipamentos de som.
Adicionalmente, um avião com valor estimado em mais de R$ 10 milhões foi apreendido em um hangar, ampliando o escopo dos bens recuperados da organização criminosa.
A operação culminou no bloqueio de aproximadamente R$ 230 milhões em bens e valores, atingindo 13 investigados em cidades como Salvador, Feira de Santana, Camaçari, São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo. O proprietário do camarote teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva, assim como seu advogado, detido por tentativa de obstrução da investigação, demonstrando a abrangência das ações de combate ao crime organizado.
Operação 'Falsas Promessas 3': Escopo e Prisões Chave
A Polícia Civil da Bahia, no âmbito da Operação 'Falsas Promessas 3', estabeleceu um camarote previamente interditado como ponto estratégico de observação e base operacional durante o Carnaval de Salvador. O espaço, situado na Avenida Oceânica, na Barra, foi utilizado após autorização judicial concedida no sábado (14), visando fortalecer as ações de segurança e combate ao crime durante a folia.
A interdição do camarote ocorreu em decorrência de investigações que revelaram sua ligação com um indivíduo suspeito de lavagem de dinheiro, que havia sido preso em flagrante na quarta-feira (11) por posse de arma de fogo e munições de uso restrito. Segundo apurações do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), o local era empregado para ocultar e dissimular recursos ilícitos provenientes da exploração ilegal de rifas online.
Operação 'Falsas Promessas 3': Escopo e Prisões Chave
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão relacionados à operação, foram apreendidos R$ 130 mil em espécie e dez veículos, incluindo uma Lamborghini avaliada em R$ 2,5 milhões e duas SW4 blindadas. Também foram encontrados armamentos, cerca de mil munições, cinco carregadores de fuzil, caixas de iPhones, PlayStations, uísque, além de uma scooter subaquática e bicicletas elétricas. Em um hangar, a Polícia Civil apreendeu uma aeronave avaliada em mais de R$ 10 milhões.
O principal investigado, proprietário do camarote e alvo da operação por lavagem de dinheiro, teve sua prisão em flagrante por posse de armas convertida em preventiva. Adicionalmente, seu advogado também foi detido preventivamente por tentativa de obstrução da justiça, após tentar acessar remotamente um celular apreendido pela polícia.
A Operação 'Falsas Promessas 3' cumpriu mandados contra 13 investigados em Salvador, Feira de Santana, Camaçari, São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo. Como resultado das diligências, aproximadamente R$ 230 milhões em bens e valores foram bloqueados. As investigações permanecem em curso para desarticular completamente a organização criminosa.
Desdobramentos e o Envolvimento de Advogado na Obstrução da Justiça
A Polícia Civil da Bahia utilizou um camarote interditado durante o Carnaval de Salvador como base estratégica para a megaoperação anticrime "Falsas Promessas 3". O espaço, localizado na Avenida Oceânica, na Barra, foi ocupado após autorização judicial, permitindo à corporação um ponto de observação privilegiado no circuito da folia.
O camarote pertencia a um indivíduo investigado por lavagem de dinheiro, que havia sido preso em flagrante dias antes por posse de arma de fogo e munições de uso restrito. As atividades do local foram suspensas após as investigações do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), que apontaram o uso do espaço para ocultação e dissimulação de recursos provenientes da exploração ilegal de rifas online.
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão no local, a operação resultou na apreensão de R$ 130 mil em espécie, dez veículos de luxo – incluindo uma Lamborghini avaliada em R$ 2,5 milhões e duas SW4 blindadas –, além de uma pistola, cerca de mil munições, cinco carregadores de fuzil, eletrônicos, caixas de uísque e uma scooter subaquática. Em um hangar, um avião avaliado em mais de R$ 10 milhões também foi apreendido.
A operação "Falsas Promessas 3" cumpriu mandados contra 13 investigados em diversas localidades, como Salvador, Feira de Santana, Camaçari, São Bernardo do Campo (SP) e São Paulo. A ação resultou no bloqueio de aproximadamente R$ 230 milhões em bens e valores, com as investigações prosseguindo para a completa elucidação dos crimes.
Desdobramentos e o Envolvimento de Advogado na Obstrução da Justiça
A prisão em flagrante do proprietário do camarote foi posteriormente convertida em prisão preventiva. Em um desdobramento crucial da investigação, o advogado do detido também se tornou alvo de busca e apreensão, sendo preso após tentar acessar remotamente um aparelho celular apreendido pelas autoridades.
A tentativa de interferência na prova configura obstrução da justiça, levando à conversão da prisão do advogado para preventiva. Este incidente sublinha a seriedade com que a Polícia Civil e o sistema judicial tratam a integridade das investigações, punindo severamente qualquer tentativa de manipular ou impedir o curso da justiça.