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Ex-primeira-dama da Coreia do Sul recebe mais 7 anos de prisão

Nova condenação para Kim Keon Hee

A Justiça da Coreia do Sul proferiu, nesta sexta-feira (26), uma nova sentença contra Kim Keon Hee, ex-primeira-dama do país, que agora deve cumprir mais sete anos de prisão por corrupção e aceitação de subornos. Kim, esposa do ex-presidente Yoon Suk Yeol, já se encontra em regime prisional devido a condenações anteriores relacionadas a manipulação do mercado de ações.

Contexto da condenação

A condenação atual diz respeito à aceitação de joias de luxo como propinas para influenciar nomeações de funcionários públicos. Entre os itens recebidos estão um colar da Van Cleef, um broche da Tiffany e brincos da Graff, todos avaliados em 103 milhões de won, aproximadamente 67 mil dólares ou 347 mil reais. A investigação revelou que as joias foram entregues por um magnata da construção civil em troca de uma posição para seu genro.

Outros presentes e acusações

Além das joias, Kim Keon Hee recebeu uma tartaruga de ouro avaliada em cerca de 1.700 dólares e um relógio Vacheron Constantin de aproximadamente 25.400 dólares, que teria sido presenteado por um empresário especializado em cães robôs. Apesar das graves acusações, Kim mantém sua posição de inocência, alegando que esses presentes não foram oferecidos como subornos.

Implicações legais e políticas

A condenação reflete um contexto político tenso na Coreia do Sul, onde o ex-presidente Yoon Suk Yeol enfrenta sua própria batalha judicial, além de fatores negativos que envolvem a imagem do governo. A situação levanta questões sobre a corrupção sistêmica e os desafios enfrentados pelas lideranças no país.

Reações públicas e próximas etapas

A decisão do tribunal foi recebida com reações mistas. Enquanto muitos apoiadores da ex-primeira-dama veem a condenação como uma injustiça, opositores celebram o rigor do sistema judicial. O caso ainda pode passar por apelações nas próximas instâncias.

Com essa nova redução na sua liberdade, Kim Keon Hee será um símbolo controverso de corrupção e poder na Coreia do Sul nos próximos anos.

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