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Por pacificação, Lula planeja acenos a governadores de direita | Blogs | CNN Brasil

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Em busca de pacificação política e de aumentar a governabilidade de seu quarto mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer um gesto a opositores e convocar reuniões com governadores eleitos e reeleitos, inclusive de direita.

O objetivo é demonstrar que o petista abrirá diálogo com todos os gestores estaduais, incluindo aqueles que apoiaram seu adversário no segundo turno da disputa nacional.

Os primeiros devem ser os alinhados à gestão federal, na tentativa de discutir apoios federais a projetos e programas. Na sequência, nomes de postura moderada, como Raquel Lyra (Pernambuco) e Cleitinho Azevedo (Minas Gerais).

A ideia é que, por último, Lula convide ao Palácio do Planalto governadores que apoiaram abertamente seu adversário Flavio Bolsonaro (PL), como Tarcísio de Freitas (São Paulo), Douglas Ruas (Rio de Janeiro) e Luciano Zucco (Rio Grande do Sul).

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O objetivo do presidente é também tentar enfraquecer movimento capitaneado pelo candidato derrotado de questionar o resultado do pleito nacional.

Como seu último mandato, o presidente tem afirmado que não atuará com rivanchismo e que seu projeto é trabalhar junto com governistas e oposicionistas.

Lula também tem sinalizado que pretende conversar com candidatos derrotados no primeiro turno na tentativa de incorporar projetos e propostas.

Os nomes de Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) são citados no Palácio do Planalto.

O resultado no primeiro turno, na avaliação do petista, tem sido avaliado como um termômetro para a nova gestão, sobretudo de que a população brasileira não aprovou o terceiro mandato.

E que, portanto, o presidente reeleito está disposto a fazer mudanças para melhorar a avaliação do governo, que deve terminar o ano ainda baixa.