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Trump defende rígidas políticas de imigração na Copa 2026

Trump em Resposta às Críticas sobre Políticas Imigratórias

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abordou as recentes críticas relacionadas às suas rigorosas políticas de imigração, especialmente em um contexto tão visível como a Copa do Mundo de Futebol de 2026. Em declarações feitas nesta quarta-feira (10), Trump afirmou que o governo está “trabalhando para garantir que as pessoas certas entrem” no país durante o evento esportivo.

Ações e Consequências das Políticas de Imigração

Trump, que implementou um projeto de lei garantindo US$ 70 bilhões para fiscalização e deportação de imigrantes, foi criticado por representantes da ONU. O alto comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, expressou preocupação com as medidas de controle de entrada de estrangeiros, destacando casos de torcedores e árbitros que foram barrados ao tentar ingressar nos EUA para a Copa.

Casos Concretos de Barreiras na Entrada dos EUA

  • O árbitro somali, Omar Artan, teve sua entrada negada após horas de interrogatório, embora tivesse um visto válido.
  • A seleção do Senegal foi submetida a uma revista rigorosa ao chegar em Raleigh, Carolina do Norte. Jogadores e membros da delegação foram revistados individualmente.
  • A seleção da Bélgica também passou por situações similares, sendo revistada até a sola dos sapatos em Chicago.
  • A seleção do Uzbequistão relatou esperas prolongadas e revistas intensas, muito a contragosto.

A Recepção Contraposta do México

Em contraste dramático, o México ofereceu uma recepção calorosa às equipes que desembarcaram para o evento. A seleção da Espanha foi recebida com celebrações, música e danças, contrastando com a abordagem rigorosa dos EUA.

Restrições de Visto e Medidas Adicionais

Desde o início de sua administração, Trump endureceu as políticas de imigração, com o objetivo de restringir a entrada de cidadãos de 19 a 39 países, incluindo Haiti, Irã e Somália. Além disso, cidadãos considerados de risco são obrigados a pagar depósitos substanciais para garantir o visto.

Essas políticas têm causado incertezas e receios entre os turistas e profissionais que aspiram aproveitar a Copa do Mundo nos Estados Unidos, elevando um debate sobre os limites entre segurança e direitos humanos.

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