Prisão de Emerson Dias da Rocha
O candidato a deputado estadual em São Paulo, Emerson Dias da Rocha, conhecido como “Filipinho”, foi preso na manhã desta quinta-feira (20) durante a Operação Cátaros, realizada pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP).
As autoridades o acusam de ter ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das facções criminosas mais temidas do Brasil. Além disso, as investigações revelaram que Emerson possui uma extensa ficha criminal e estaria envolvido em um esquema de lavagem de dinheiro da organização criminosa.
Omandado de prisão contra o candidato foi cumprido com o apoio de 96 policiais militares do 5º BAEP e 80 policiais civis. Ao todo, foram executados dois mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em locais estratégicos, incluindo Cotia, São Paulo, Jandira e até Balneário Camboriú, em Santa Catarina.
Desdobramentos da Operação Cátaros
Entre os alvos da operação está também a esposa de Emerson, Neta Sá, que se encontra fora do país.
O esquema criminoso investigado na operação estima-se ter gerado um prejuízo de R$ 50 milhões a um banco paulista e envolve suspeitas de roubo de R$ 5 milhões de um empresário, o que expõe a gravidade da atuação da facção na região.
Além de Emerson, outros políticos também estão sob investigação, incluindo os vereadores Eduardo Nascimento, Sergio Luiz de Freitas, popularmente conhecido como Serginho Luiz, e Yago Bezerra Neres. Os agentes cumpriram diligências nas residências e gabinetes desses parlamentares, resultando na apreensão de celulares, documentos e computadores que serão analisados pelo Ministério Público.
A operação ainda resultou na apreensão de veículos, coletes e pistolas, os quais passarão por procedimentos na SIG de Carapicuíba. A investigação destaca o suposto





