O piloto Smit Machchhar, esfaqueado pelo copiloto durante um voo da Flydubai com destino a Israel, passou por uma cirurgia em um hospital na Arábia Saudita e está em condição estável, sem risco de morrer. As informações foram divulgadas pelo político indiano Parag Shah, que representa Ghatkopar East, região de Mumbai onde o comandante nasceu, à CNN.
Segundo Shah, Machchhar foi submetido ao procedimento na quarta-feira, 30, e está “fora de perigo”. A família, porém, ainda não havia conseguido falar diretamente com o piloto. De acordo com o político, representantes da Flydubai mantinham os familiares informados sobre o estado de saúde do comandante enquanto os pais dele viajavam para Dubai. O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, também teria entrado em contato com a família.
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O ataque ocorreu na quarta-feira, durante o voo FZ1073, que partiu de Dubai com destino a Tel Aviv, em Israel, com 174 pessoas a bordo. Segundo autoridades israelenses, o copiloto atacou Machchhar com uma faca e tentou assumir o controle da aeronave. Durante o episódio, o avião perdeu quase 4,3 quilômetros de altitude em menos de 30 segundos.
Mesmo gravemente ferido, o piloto teria conseguido lutar contra o agressor e abrir a porta da cabine, permitindo que integrantes da tripulação interviessem. Passageiros e membros da equipe conseguiram então conter o copiloto.
O comandante foi aclamado como um “verdadeiro herói” pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Em uma publicação no X, Netanyahu afirmou que Machchhar “salvou a vida de 174 pessoas” e evitou “uma catastrófica tragédia aérea em pleno voo”.
Com o piloto ferido e o agressor contido, dois outros comandantes da Flydubai que estavam a bordo assumiram os controles e conduziram a aeronave até um pouso de emergência em Tabuk, na Arábia Saudita. Os passageiros foram posteriormente levados a Tel Aviv em outro voo.





