Uma Reflexão Profunda sobre Amor e Justiça
Entre os dias 17 e 25 de agosto, o Centro Cultural do Poder Judiciário (CCPJ) realiza uma série de palestras e encontros que exploram a intrigante relação entre amor e justiça. Os eventos terão início às 18h, ocorrendo no Espaço Cultura na Justiça, localizado no Edifício Desembargador Caetano Pinto de Miranda Montenegro, no coração do Centro do Rio de Janeiro.
As discussões prometem reunir uma gama diversificada de intelectuais, escritores, artistas e profissionais do Direito.
Sob a mediação da desembargadora Andréa Pachá e da pesquisadora Bianca Ramoneda, as palestras visam desconstruir preconceitos e delinear a complexidade do amor como um elemento essencial na busca por justiça.
O juiz Rubens Casara, um dos participantes dos painéis, enfatiza a importância de redimensionar o conceito de amor: “É necessário não apenas amar, mas também compreender o amor como um procedimento de verdade, que provoca uma nova visão e experiência do mundo. Esse evento é uma oportunidade de refletir sobre uma relação que nem sempre é harmoniosa,” afirma.
Programação dos Encontros
A programação inclui palestras que se comprometem a instigar o público, começando no dia 17 com o tema “O que você chama de amor?”, com o filósofo Renato Nogueira e a linguista Jana Viscardi. Em seguida, no dia 19, “Quem ama não mata” contará com a presença do juiz Rubens Casara, da jornalista Eliana Cruz e do advogado criminalista Antônio Pedro Melchior, abordando a questão da violência em relações amorosas.
No dia 20, discutirá “Amar é um ato político?”, com a professora Rosane Borges e o advogado Julio Braga, enquanto o dia 24 será dedicado à “A idealização do amor”, trazendo insights do psicólogo Alexandre Coimbra e da atriz Clarisse Niskier.
Fechando essa série de encontros, o dia 25 será marcado pela reflexão “E se tudo terminasse em amor?”.
Serviço Prático
– **Datas**: 17, 19, 20, 24 e 25 de agosto
– **Horário**: 18h
– **Local**: Espaço Cultura na Justiça
– **Endereço**: Rua Dom Manuel, 29, térreo, Centro do Rio
Este ciclo de debates não apenas enriquecerá o entendimento sobre o papel do amor nas relações sociais e jurídicas, mas também servirá como um convite à criação de um espaço onde o amor e a justiça possam coexistir em harmonia.





