Entrevista Reveladora com Raylane Mendes
O programa Renata Cristiane Online, exibido pela Rádio RCFM, recebeu na última sexta-feira a talentosa cantora Raylane Mendes, carinhosamente chamada de “Princesa do Sertanejo”. Durante a entrevista, Raylane compartilhou detalhes sobre sua carreira e o famoso bordão que a tornou ainda mais popular: “A culpa é da cachaça”.
A artista revelou que a frase surgiu em um momento espontâneo, quando decidiu enfrentar o público em suas apresentações solo. “Não era só sobre cantar; a interação é fundamental. O carisma e a brincadeira também são essenciais”, explicou. Com essa abordagem, a cantora conseguiu capturar a atenção e simpatia do público, transformando sua frase em um verdadeiro bordão que a acompanha em cada show.
Desafios na Indústria Musical
Em sua trajetória, Raylane enfrentou significativas dificuldades, incluindo o machismo e o preconceito que ainda persistem na indústria musical. “Assim que comecei a cantar, encontrei resistência simplesmente por ser mulher nesse meio”, desabafou.
A artista chegou a considerar abandonar a música e, em um período de reflexão, decidiu estudar radiologia. “Estava rodeada de pessoas que continuavam a me apoiar, incentivando meu retorno aos palcos”, contou. Esse suporte foi crucial em sua decisão de retomar a carreira com a liberdade e o entusiasmo que a caracterizam.
O Retorno ao Palco e a Gratidão pelo Público
Ao falar sobre a retomada da carreira, Raylane enfatizou o papel importante do marido em sua jornada musical. “Com o apoio dele, consegui me reencontrar e me redescobrir artisticamente”, afirmou.
Além de mencionar o carinho e apoio dos fãs, a cantora também usou o espaço para destacar o trabalho dos artistas e a importância de valorizar suas iniciativas. Em contrapartida, expressou desdém por aqueles que criticam os hábitos alheios, especialmente em relação ao consumo de bebidas alcoólicas.
“É uma escolha de cada um, e criticar não leva a nada positivo”, concluiu. Com essa abordagem, Raylane Mendes não só compartilha sua vivência, mas também reforça um importante discurso sobre a autenticidade e a liberdade de ser quem se é na música e na vida.





