Líder nas pesquisas de intenção de voto na disputa por uma vaga ao Senado pelo Distrito Federal, Michelle Bolsonaro (PL) recebeu até o momento apenas uma doação financeira ao longo de toda a campanha eleitoral. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a ex-primeira-dama foi agraciada com 100.000 reais – quantia repassada por Simão Sarkis, dono de uma construtora sediada na capital federal.
Ainda segundo o TSE, a campanha de Michelle já havia recebido 3,4 milhões de reais — recursos transferidos pelo PL.
Em relação às despesas, a campanha da ex-primeira-dama declarou à Justiça Eleitoral que os valores já haviam chegado na casa dos 2,2 milhões de reais. Segundo os dados registrados no tribunal, o maior gasto foi com a contratação de um escritório de advocacia, que recebeu 450.000 reais para prestar serviços jurídicos ao comitê.
O segundo maior pagamento foi para a contratação da Caravela Produções e Comunicação, agência de publicidade, responsável pela captação, gravação, edição e finalização das peças utilizadas pela campanha de Michelle para o horário eleitoral gratuito da TV.
Nas últimas pesquisas de intenção de voto, a ex-primeira-dama aparece como favorita a conquistar uma das duas vagas ao Senado. Levantamento divulgado pelo Datafolha na quinta-feira mostra Michelle Bolsonaro com 23% – cinco pontos percentuais à frente de Leila do Vôlei (PDT) e de Bia Kicis (PL), ambas com 18%.
O Datafolha indicou ainda que 10% dos eleitores devem votar branco ou nulo. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.





