Eduardo Paes e a Renovação do Estado do Rio
No encontro intitulado “Discussões sobre o Rio que queremos”, realizado na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), no coração da capital fluminense, o candidato ao governo do estado, Eduardo Paes, expôs suas propostas para a segurança e recuperação do estado. Ele enfatizou a importância de se ter autoridade moral para efetivamente reconstruir o Rio e lidar com a crescente criminalidade.
Paes afirmou que sua candidatura, baseada em sua extensa experiência, é um caminho para a mudança, trazendo previsibilidade à gestão pública. Ele mencionou sua experiência administrativa, tendo governado a cidade em quatro mandatos, e destacou os desafios enfrentados, como a crise fiscal que herdou após a gestão anterior.
Feedback dos Empresários e Propostas Estruturantes
Durante o evento, o candidato recebeu “Propostas para um Rio de Futuro,” um documento elaborado pela Firjan, que coleta as visões de mais de 500 empresários sobre a recuperação do estado. Este relatório abrange 45 propostas divididas em oito eixos, incluindo segurança pública e infraestrutura.
Segundo a Firjan, a segurança é uma preocupação primordial, afetando diretamente as decisões empresariais e aumentando os custos operacionais. Estima-se que a insegurança custe ao estado cerca de R$ 31,1 bilhões.
Abordagem à Segurança Pública
Eduardo Paes propôs um foco em ações concretas para a segurança pública, destacando a necessidade de despolitizar as forças de segurança, que deveriam funcionar como uma política de Estado. Ele sugeriu a criação de presídios de segurança máxima e um aumento significativo no número de vagas, propondo uma abordagem baseada em dados e evidências.
Iniciativas para o Futuro Econômico do Rio
A Firjan também lançou estudos que identificam novas potenciais econômicas para o estado, prevendo a geração de 700 mil empregos e um acréscimo significativo ao PIB fluminense. Outra pesquisa, “Custo Rio”, revelou que problemas estruturais estão gerando um custo de quase R$ 275 bilhões anualmente às empresas do estado, representando 20% do PIB fluminense.





