Pergunta à torcida: O que vem depois do 6 a 1?
O ex-vice de futebol do Flamengo e deputado federal, Marcos Braz (PSDB-RJ), não perdeu a oportunidade de alfinetar o Botafogo após uma das derrotas mais humilhantes da história do clube. O time alvinegro sofreu uma goleada de 6 a 1 para o Cienciano, na altitude de Cusco, no Peru, durante as oitavas de final da Sul-Americana na última quinta-feira.
Simples e incisivo, Braz usou as redes sociais para comentar o jogo: “Pelo fim da escala 6×1”, uma provocação que insinuava que esse placar deveria ser banido do histórico esportivo. Na manhã seguinte à derrota, ele se manifestou novamente no X (antigo Twitter): “Bom dia!
Já disse e vou repetir, pelo fim da escala 6×1”.
Uma derrota histórica para o Botafogo
Aos 118 anos de história, o Botafogo ingressou em uma nova era de recordes negativos ao perder para o Cienciano. Este resultado igualou a maior diferença de gols já sofrida por equipes brasileiras em competições da Conmebol, um feito marcante e constrangedor no cenário nacional.
O que torna essa derrota ainda mais significativa é que foi a primeira vez que um clube brasileiro sofreu seis gols de um adversário estrangeiro em um torneio da Conmebol. Placar semelhante, como o 5 a 0, já havia sido repetido em outras ocasiões, mas o 6 a 1 traz consigo um peso psicológico e simbólico muito mais forte.
O que esperar na partida de volta?
O Botafogo se encontra em uma situação delicada.
O jogo de volta ocorrerá no estádio Nilton Santos, na próxima quinta-feira (20), às 21h30. Para avançar às quartas de final, a equipe precisará vencer por uma diferença de seis gols, um desafio monumental.
Caso consigam repor os cinco gols, a partida irá para os pênaltis, mas a tarefa não é fácil. Afinal, o treinador Franclim Carvalho e sua equipe terão que superar os abalos psicológicos e ainda vencer na altitude, que se mostrou um fator crucial para a derrota na primeira partida.
Com apoio da torcida, a volta ao nível do mar representa uma chance esperançosa.
Contudo, a equipe se apresentou aquém do esperado e agora enfrenta a tarefa de se reerguer diante da adversidade.





